E parece que mordeu forte e feio!
sábado, 7 de setembro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Viajar é Viver!
“Definam o Amor!”
Foi com este desafio que o meu professor de Filosofia deu início a mais uma aula. Tinha eu os meus 15 anos…Lembro-me perfeitamente que aquela aula, foi uma das mais participativas de sempre. Todos quiseram dar a sua definição… todos quiser mostrar que sabiam o que era o Amor. A cada definição o meu professor ia sempre dizendo que “Não! O Amor não é isso… Não! Também não é isso!”… Aquilo começou a ser frustrante. Até mesmo quando alguns colegas citavam frases de escritores e poetas famosos tipo “O Amor é fogo que arde sem se ver…” o meu professor continuava a dizer que não. Só no final da aula, quando já a campainha tinha tocado e a turma permanecia toda sentada é que ele finalmente nos “definiu” o que era o Amor. Disse ele que o Amor é um sentimento, e que por tal, nunca, jamais poderá ser definido. Não se definem sentimentos, porque não há como de definir a forma como cada um sente. O Amor só se pode sentir...
Penso sempre nesta aula quando alguém solta uma laracha tipo “Tu só pensas em viajar!”… Como explicar a alguém que nunca amou, o que é o Amor? Ou, como explicar a alguém que nunca viajou o que é Viajar?...
Por muito latim que eu gaste, nunca consigo explicar… ou melhor, nunca consigo que as outras pessoas compreendam verdadeiramente, o que é para mim viajar. Porque viajar é muito, mas muito mais do que ir de um lado para o outro. Viajar não é só uma deslocação no espaço! Não é só ir…
Não são poucas as vezes que quando conto histórias das minhas viagens, ou quando tento que os outros percebam porque gosto tanto de ir, que ouço coisas como “Ah, mas nós cá também temos boas praias… nós cá também temos boa comida… nós cá também temos monumentos lindos… nós cá isto… nós cá aquilo…!” E é verdade! Portugal tem praias e sítios maravilhosos. Tem monumentos de uma beleza incomparável. Tem uma cultura única e inigualável. Tem tudo, mas… É diferente… e é esta diferença que eu não consigo explicar! Fico sempre com a sensação que falo numa língua estrangeira qualquer, porque nunca me consigo fazer entender… excepto quando falo com alguém que já viajou e pode viver e sentir o que é realmente ir.
Porque a verdade é esta… eu AMO Viajar! Não consigo sequer imaginar a minha vida sem Viagens. Viver sem saborear aquela sensação de borboletas no estômago sempre que uma grande viagem se aproxima… viver sem planear itinerários… viver sem percorrer Km’s e Km’s de um destino qualquer… viver sem saborear novos sabores… viver sem apreciar outras culturas e outras formas de estar… viver sem explorar cidades, monumentos, museus, praças, ruas e ruelas… viver sem sentir a areia nos pés… sem mergulhar nas águas dos rios, lagos, mares e oceanos… viver sem ouvir conversas em outras línguas e dialectos estranhos… viver sem sentir o receio e a adrenalina que nos percorre as veias sempre que o avião levanta voo… viver sem sentir a alegria e o enorme alivio sempre que o avião aterra… viver sem descobrir, sem explorar, sem apreciar… para mim, é simplesmente não viver!
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
domingo, 1 de setembro de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Há dias assim...
Há dias que ficam eternamente gravados na nossa memória... são aqueles dias que um dia, quando olharmos para trás, nos vão encher a alma de emoções, e uma delas será certamente a Saudade! Hoje é um desses dias...
Hoje, foi o 1º dia de Infantário da minha piolha...
Parece que foi ontem que a levei para o 1º dia de Berçário, com o coração apertado e com lárgimas nos olhos por deixar a minha bebé com quem eu não conhecia, e hoje lá foi ela toda feliz e airosa de mini mochilinha da Minnie às costas para a salinha de 1 ano. E eu só pensava... "Como ela está crescida!"
E começo a sentir na pele aquilo que todos os pais sentem, e de certa forma lamentam. Eles crescem depressa demais... num piscar de olhos ela deixou de ser a minha bebé para ser a minha menina. A minha menina que hoje, foi pelo próprio pé, feliz e airosa de mochilinha da Minnie às costas para a salinha de 1 aninho!
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Disneyland Wish List
Ora bem...
Ainda não tenho nada preparado para a viagem... ainda nem sequer tenho um Iphone para brincar, mas já começo a sonhar com todas as souvenires que vou trazer na minha malinha de viagem... estas capas para o Iphone são qualquer coisa assim para o delirante para uma "fãnática" pela Disney como eu...

Já só me falta mesmo é o Iphone...
(OUVISTE VICIADO?)
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
No estrangeiro também há quem fale português... Oh se há!
Eu não sei se isto acontece com todos os turistas ou se somos nós que temos algures um íman dentro de nós que atrai situações caricatas e até mesmo hilariantes durante as nossas viagens. Mas a verdade é esta... a juntar às milhares de fotos que temos das nossas aventuras, temos uma ou outra história que ainda hoje nos fazem rir às gargalhadas quando nos lembramos delas.
Uma destas situações, e uma das que mais gosto e provavelmente uma das minhas maiores vergonhas no estrangeiro, passou-se na Disneyland Paris. Foi na nossa primeira visita. Estava um frio de rachar e decidimos entrar num restaurante da Main Street para comer qualquer coisa quentinha. Não me lembro do nome do restaurante, mas lembro-me que tinha um piano. Estávamos nós na fila para ser atendidos. Ele um pouco rabujento pelo frio e pela fome. Ao nosso lado um miúdo, com cerca de 6 ou 7 anos, a martelar nas teclas do piano como se fosse a reencarnação de Mozart sem talento. PLIM... PLAM... PLUM... TLIM... Ele já a parder a paciência, deixa sair um desabafo mais ou menos deste género:
- Bolas pá! O miúdo que está ao piano está a fazer-me uns nervos... Está aqui está a levar uma "pantufada"!
Assim que disse estas palavras, a senhora que estava à nossa frente na fila virou-se para trás e olhou para nós. Não lhe dei qualquer importância até que a senhora abriu a boca e falou para o tal miúdo que estava ao piano, num português perfeito, perfeitinho...
- João. Larga o piano e vem para ao pé da mãe!
E eu juro... naquele momento desejei que a terra se abri-se e nos engolisse aos dois.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Preciso de Férias para descansar das Férias!
Depois de esperar ansiosamente pelos nossos tão desejados dias de descanso, eis que eles chegaram… mas os dias, porque o descanso, nem vê-lo!
Os planos eram muitos… passear muito, ler muito, dormir muito, comer muita coisa boa (e que engorda para caraças), vegetar na toalha de praia, dar muitos mergulhos no mar e na piscina, ver filmes e as milhentas séries gravadas na box, namorar, brincar… enfim, fazer coisas tipicamente de férias, que é como quem diz, não fazer nenhum!
O que é que nós nos esquecemos no meio destes planos todos?... Uma coisita assim de nada… A de que somos papás de um piolha de 70 e poucos centímetros de altura, com uma energia inesgotável – está-se a revelar uma forte candidata a destronar o coelhinho da Duracell – com um feitio e personalidade demasiado vincados para a idade – nesta matéria, para mal dos meus pecados, parece que sai aqui à mamã - e que tem horários para tudo e mais alguma coisa. Menos para as birras… essas surgem sempre em qualquer altura, e nos locais mais inapropriados, para alegria dos papás…
Para tornar esta aventura ainda mais radical, nada melhor do que a Mini Viciada começar a andar de forma totalmente autónoma. Sim é verdade! É maravilhoso vê-la a andar e a correr por todo o lado, mas também é cansativo andar a correr atrás dela por todo o lado.
Fui de férias embalada naquela onda do "ai e tal vão ser as nossas primeiras férias à séria só os três e vai ser maravilhoso" e acabei por engolir uns valentes pirolitos de vinagre água salgada. Não que não tenha gostado das nossas férias! Muito longe disso. Adorei estarmos só os 3 e amei estar com a minha filhota. Mas dizer que amei todos os segundinhos, isso já é florear a coisa... Não é mau ir de férias com crianças. É diferente, e para quem não estava nada habituado, os primeiros dias foram dificeis de digerir e organizar... mas mesmo muito dificeis. Esqueçam lá aquelas histórias cor de rosa, cheias de floreados e magia e coraçõezinhos mágicos e cutchi cutchi do aí e tal foram as melhores férias da minha vida, é maravilhoso e foi tudo o que eu sempre sonhei... Naaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaada disso. Quer dizer, pelo menos para mim a coisa não foi assim muito cor de rosa... Houve alturas em que eu pensei mesmo que era a pior mãe do mundo por estar a sentir que era tão dificil e complicado estar de férias com a piolha. Mas felizmente estou rodeada de amigas, também elas mães, que tal como eu, não têm problemas em admitir que as coisas não são sempre 100% maravilhosas. Depois de algumas conversas fiquei a saber que afinal a coisa não era só comigo... não sou a única mãe a sofrer na pele o choque das primeiras férias com crianças. O choque de querer descansar mas não poder desligar o botão nem por 2 segundos, porque os pequenos dependem de nós para tudo, tudo, tudo. Mas TU-DO mesmo! (Sim...sim... o papá ajuda e muito, mas há coisas que só as Mães podem fazer por um filho, e nesta matéria, nenhuma ajuda por maior que seja, é suficiente).
Posto isto, depois de uns dias de pura neura, em que me custou e muito a digerir a ideia de “férias com horários para tudo e mais alguma coisa” - para acordar, para ir para a cama, para mudar a fralda, para comer, para dormir a sesta, para lanchar, para tomar banho, para jantar, para ir para a praia, para vir da praia, para ir para a piscina, para vir da piscina, and so on, and so on - , e que me deixaram na alma um profundo sentimento de "sou mesmo uma péssima mãe", as coisas lá foram entrando nos eixos e aos poucos fomos encontrando a nossa forma de dar a volta à questão. Já diz o ditado, “Se não os podes vencer, junta-te a eles!”
E não fiquem assustados... o arranque das férias foi dificil, mas depois de encontrarmos a nossa solução as coisas acabaram por funcionar na perfeição e deu para fazer quase tudo o que tinhamos planeado. Ooohhh Yeaahhh! =)
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